quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
PRIMAVERA
Sábado ultimo(01/09). SETEMBRO nasceu. Um dia especial pra mim.
Desde o momento em que me levantei,
tive a sensação de que o dia merecia algum tipo de CELEBRAÇÃO.
É engraçado, mas a maioria de nós acorda e vai dormir sem ter parado
uns poucos instantes para observar o dia,
a luz do sol desenhando
sombras delicadas por entre as árvores,
a brisa fresca carregando folhas
e sementes, o som dos pássaros,
em especial na minha varanda, aqui em Tambaú-PB.
Já fazia uns dias que eu vinha contemplando o fim do inverno,
aqui em JAMPA-PB, despedindo-me da água, ao mesmo tempo em
que agradecia à estação do
recolhimento, da introspecção, das reflexões.
Por isso, o primeiro
pensamento que tive neste sábado.
Oba! Eba!! HuHuHHH....E agradeci a DEUS, comemorei, cantei..
Não sei explicar
muito bem, mas senti de repente uma conexão profunda com o
planeta e com
os pássaros que me visitam na varanda, cantando mais do que de
costume.
Havia, sim, uma luz diferente no céu.
Tudo parecia mais iluminado,
colorido. Foi então que um vento forte começou a
soprar na cidade e, em
poucos minutos, a paisagem era outra:
o céu estava nublado e havia
nuvens escuras, carregadas.
Esperei pela chuva na varanda e, quando ela chegou, descobri
de
imediato como celebraria a chegada da Primavera…
Talvez você ache este post meio banal. Mas para mim, nestes últimos
anos fiz
uma série de mudanças de ritmo para poder me curtir mais ...entender meus ciclos
e a influência que as coisas de Deus têm em mim.
No fundo, todas as escolhas que fiz (e continuo fazendo) para reduzir
meu impacto
sobre a Terra levam a um caminho
que só agora me dou conta, mais plenamente:
sincronicidade com os ritmos da natureza.
Quando estamos na cidade grande, trabalhando num escritório com
ar-condicionado
e luz artificial o tempo todo, o que acontece fora do
prédio parece não nos tocar.
Na hora do almoço ou na saída, a chuva, o
vento gelado ou o calor forte são sempre um problema.
Dificilmente
conseguimos notar as novas flores de ipê, a grama mais verdinha ou o
cheiro de terra úmida.
E a Lagoa lá no centro de Jampa está show de Jardim com os Ipês florescendo!!Aguardando a visita
sexta-feira, 29 de junho de 2012
O PODER DE UM SORRISO
Este
artigo foi extraído de um daqueles PPS que são enviados por amigos, sua
autora é Susan Andrews. Achei interessante e me dei ao trabalho de
reeditar, porque fala do sorriso, essa linguagem universal que abre
portas e corações e facilita diálogos entre as pessoas.
Sei
que vão gostar, e cada vez mais por em prática e cultivar, pois
facilita a convivência e é uma atitude de civilidade. Recomendo que
adquiram a obra completa do DeRose, que é uma coletânea bem-humorada de
dicas sobre etiquetas muito interessante para incorporar à sua politesse.
O Pequeno Príncipe – outra história.
Você lembra daquela tocante história do livro:
O PEQUENO PRÍNCIPE?
O PEQUENO PRÍNCIPE?
Bom,
existe uma história mais tocante ainda que aconteceu de fato com o
criador do Pequeno Príncipe, o escritor francês Antoine de St. Exupéry.
Poucas pessoas sabem que ele lutou na Guerra Civil Espanhola, quando foi
capturado pelo inimigo e levado ao cárcere para ser executado no dia
seguinte. Nervoso,
ele procurou em sua bolsa um cigarro, e achou um, mas suas mãos estavam
tremendo tanto que ele não podia nem mesmo levá-lo à boca. Procurou
fósforos, mas não tinha, porque os soldados os haviam tirado. Ele olhou
então para o carcereiro e disse: “Por favor, usted tiene fósforo?”. O
carcereiro olhou para ele e chegou perto para acender seu cigarro.
Naquela fração de segundo, seus olhos se encontraram e St. Exupéry
sorriu. Depois
ele disse que não sabia por que sorriu, mas pode ser que quando se
chega perto de outro ser humano seja difícil não sorrir. Naquele
instanate uma chama pulou no espaço entre o coração dos dois homens e
gerou um sorriso no rosto do carcereiro também. Ele acendeu o cigarro de
St.
Exupéry e ficou perto, olhando diretamente em seus olhos, e continuou
sorrindo. St. Exupéry também continuou sorrindo para ele, vendo-o agora
como pessoa, e não como carcereiro.
Parece
que o carcereiro também começou a olhar St. Exupéry como pessoa, porque
lhe perguntou: “Você tem filhos?”. “Sim”, St. Exupéry respondeu, e
tirou da bolsa as fotos deles. O carcereiro mostrou fotos de seus filhos
também, e contou todos os seus planos e esperanças para o futuro deles.
Os olhos de St. Exupéry se encheram de lágrimas quando disse que não
tinha mais planos, porque ele jamais os veria de novo. Os
olhos do carcereiro se encheram de lágrimas também. E, de repente, sem
nenhuma palavra, ele abriu a cela e guiou St. Exupéry para fora do
cárcere e, através das sinuosas ruas, para fora da cidade, e o libertou.
Sem nenhuma palavra, o carcereiro deu meia-volta e retornou por onde
veio.
St. Exupéry disse: “ Minha vida foi salva por um sorriso do coração”.
O
que foi aquela “chama” que pulou entre o coração desses dois homens?
Isso tem sido tema de intensa pesquisa atualmente, na medida em que os
cientistas estão se dando conta de que o coração não é meramente uma
bomba mecânica, mas um sofisticado sistema para receber e processar
informações. De fato, o coração envia mais mensagens ao cérebro que o
cérebro envia ao coração!
Como disse o filósofo francês Blaise Pascal:
“O coração tem razões que a própria razão desconhece”.
Estados
emocionais negativos, como raiva ou frustrações, geram ondas
eletromagnéticas totalmente caóticas do coração, como se estivéssemos
pisando no acelerador e no breque simultaneamente.
Esse
estado de batimentos desordenados é chamado de “incoerência cardíaca” e
está ligado à doença cardíaca, envelhecimento precoce, câncer e morte
prematura.
Em
estados de amor ou gratidão, nosso batimento cardíaco torna-se
“coerente”. Isso diminui a secreção dos hormônios do estresse, reduz a
depressão, hipertensão e insônia, melhora o sistema imune e aumenta a
clareza mental.
Essa
é uma das razões pelas quais tem sido provado que as emoções positivas
estão associadas à boa saúde física e mental – e à longevidade. Essa
irradiação coerente do coração – essa “chama” de genuína afeição – pode
afetar pessoas a uma distância de até 5 metros!
Logo,
na próxima vez em que você estiver numa situação difícil, respire
profundamente, lembre-se de St. Exupéry e do Pequeno Príncipe e irradie a
energia de seu coração.
Como o Pequeno Príncipe nos lembrou,
“somente com o coração podemos ver com clareza”.
SORRISO = ABRE PORTAS!
O
mundo é como um espelho: sorria para ele e só verá sorrisos.
Se há uma
linguagem universal, essa é o sorriso.
Você pode não falar o idioma de
um determinado país,
mas ao sorrir para as pessoas, todos o compreendem e
retribuem.
O sorriso serve como cumprimento, como pedido de desculpas e
como aceno silente e simpático quando olhares se cruzam.
Se você entra
num ambiente e sorri para os que lá estão, é como se estivesse lhes
dizendo: “Como vão? Estou feliz por vê-los.”
Se, ao conduzir seu automóvel, comete um erro no trânsito,
o sorriso pode significar: “Desculpe, amigo, foi sem querer.”
Em
minhas aulas digo coisas capazes de fazer corar uma estátua de mármore,
mas, como falo sorrindo, o público ri comigo e não se ofende.
Pessoas
sisudas terminam por absorver uma impressão azeda do mundo,
pois os
demais vão refletir sua fisionomia e retribuir com a mesma frieza ou
antipatia.
Treine
todos os dias um exercício de musculatura da face:
procure erguer os
músculos que se situam bem abaixo dos olhos.
São aqueles que os
desenhistas costumam representar com
um arco sob os olhos quando desejam
indicar simpatia ou felicidade.
O sorriso é o nosso grande trunfo.
Denota civilidade, educação, delicadeza, confiança em si mesmo...
e abre
muitas portas!
Acima de tudo, sorrir rejuvenesce mais do que
uma
cirurgia plástica e é muito mais barato.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
5.7 com Momentos Memoráveis!
Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos e
em que é possível sonhar e fazer planos e
ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida,
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e
e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e
entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais
um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de
tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se
PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.
e tem a duração do instante que passa.
Essa idade eu completo
H O J E.
16 de Junho
segunda-feira, 12 de março de 2012
Vocabulário da MULHER SÁBIA
SE eu tivesse que escolher uma palavra - apenas uma - para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: DESCOMPLICAR.
Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter. Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna.
AMIZADE, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar um coquetel de frutas e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes - isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar. E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: PAUSA e SILÊNCIO. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia - não importa - e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso. Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo RIR. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada - faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida. Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha. Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: GENTILEZA. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia. E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: SONHAR e RECOMEÇAR. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça.
E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.
E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição.
O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades,
inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxa sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres.
Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter. Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna.
AMIZADE, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar um coquetel de frutas e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes - isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar. E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: PAUSA e SILÊNCIO. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia - não importa - e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso. Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo RIR. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada - faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida. Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha. Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: GENTILEZA. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia. E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: SONHAR e RECOMEÇAR. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça.
E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.
E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição.
O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades,
inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxa sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres.
Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada FELICIDADE fica muito mais possível. Amém...
SEJA FELIZ QUERIDA!! Nós merecemos...!!
SEJA FELIZ QUERIDA!! Nós merecemos...!!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
RECEITA DE ANO NOVO
...E o Ano Novo está aí de novo...e..?!?!?
" Tomara que a gente saiba o que fazer com as novas oportunidades. Que a gente saiba cuidar melhor do que é nosso e do que é do outro. Tomara que os motivos bons continuem e os ruins desapareçam. Que o amor prossiga sem ser interrompido pela obsessão. Que a paz continue insistindo. Que os bons não sejam corrompidos. Que as dores sejam passageiras e abraços sejam mais do que dois corpos se encostando. Tomara que o 2012 seja diferente, e o 2013, e o próximo… E que eu não perca a sensibilidade para perceber quando já não dá mais, ainda que exista uma longa estrada pela frente, que eu não perca a percepção de que a caminhada terminou. E pra ser perfeito, que eu me ame mais e me torture menos."
Para você ganhar belíssimo ANO NOVO cor do arco-íris, ou da cor da sua PAZ,
ANO NOVO sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido) para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo NOSSO interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha,
NÓS não precisamos beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisamos expedir , muito menos, nem receber mensagens
(planta recebe mensagens? passa telegramas?)
Não precisamos fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.
Não precisamos chorar arrependidos pelas besteiras consumidas nem
Não precisamos chorar arrependidos pelas besteiras consumidas nem
parvamente acreditar que por decreto de esperança ,
a partir deste mês de janeiro as coisas já estão mudando.
Tudo na claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados,
começando pelo direito augusto de viver.
Pelo meu sagrado direito de Viver.
Para ganhar um ANO NOVO que mereça este nome,
você, pessoa querida, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo,
eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.
Eu estou fazendo-o VERDADEIRAMENTE NOVO.
É dentro de nós que o ANO NOVO cochila e espera desde sempre.
Seja Feliz!!!
Então FELIZ ANO NOVO de novo!!
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